O HCTE traz para o Rio o performer Sam Trubridge em dois
eventos imperdíveis assinados em rede de colaboração HCTE, Programa Avançado de
Neurociências e Núcleo de Artes e Novos Organismos NANO da Escola de Belas
Artes UFRJ.
Confira e participe!
SEGUNDA FEIRA, 18 de março às 12h
Performing arts at interfaces
Sam Trubridge (The Playground NZ http://theplaygroundnz.com/)
Auditório do Programa de Pós-Graduação em Ciências Morfológicas
(PCM) - Bloco F térreo - Centro de Ciências da Saúde - Fundão, Rio de Janeiro
QUARTA FEIRA, 20 de março às 16h
Diálogos transdisciplinares: Performanc
Sam Trubridge (New
Zealand) e Luis Miguel Girão (http://www.artshare.pt/,
Portugal)
Galpão das Artes, Espaço Tom Jobim, Parque do Jardim Botânico, Rio de Janeiro
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Galpão das Artes, Espaço Tom Jobim, Parque do Jardim Botânico, Rio de Janeiro
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Sam Trubridge: diretor e designer do
grupo The Playground NZ (Nova Zelândia). Vem trabalhando, através do
design cenográfico e das artes performáticas diferentes interfaces, que se
estendem das paisagens naturais, a ecologias da contemporaneidade,
passando pela experimentação com estados de sono/sonho expostos por
sonogramas e metaforizados em instalações monumentais, fluidas, dinâmicas.
Suas interfaces com as neurociências justificam o contato prévio de
orientadora pesquisadora do programa de pós-graduação interdisciplinar
HCTE/UFRJ, Profa. Maira fróes, na forma de parcerias em eventos de
interface arte/ciência recentemente.
Sam estará conosco
no Ciclo de Palestras do Programa Avançado de Neurociências (Programa de
Pesquisa PR2/UFRJ) e no Núcleo de Artes e Novos Organismos NANO,
PPGAV/EBA/UFRJ, entre 18 e 20 de março, como conferencista/debatedor e
integrando oficinas de arte contemporânea.
Sponsoring: Laboratório de Neuroepistemologia Experimental Anatomia das Paixões HCTE/UFRJ http://anatomiadaspaixoes.blogspot.com.br/
de 11 a 17 de março
Em 2012 realizamos a I Semana Nacional do Cérebro e conseguimos
promover 44 atividades em todo o território nacional, bastante se comparado às
65 atividades em
toda América Latina. No mundo todo, porém, realizaram-se 931
eventos, sendo que mais da metade destes ocorreram na américa do norte. As
neurociências são uma das áreas que mais crescem no país e temos capacidade de
fazer muito mais em termos de divulgação científica de qualidade. Nossa meta em
2013 é tentar dobrar o número de atividades realizadas e cobrir todas as
regiões do país, como a centro-oeste, onde não houve ações em 2012. Este é o desafio
coletivo dos neurocientistas para a II Semana Nacional do Cérebro – II SNC, que
ocorrerá de 11 a
17 de março próximo em todos os rincões de nosso país.
Calendário de eventos no Brasil
Eventos brasileiros registrados na DANA
A Semana
do Cérebro (Brain Awareness Week) é uma campanha global de
promoção do conhecimento popular acerca do cérebro e do sistema nervoso,
divulgando avanços e benefícios produzidos por esta área de ponta conhecida
como neurociências.
A cada ano, no mês de março, Universidades, Institutos de Pesquisa, Hospitais e
outras organizações, inclusive Agências do Governo, unem-se, durante uma
semana, para um esforço coletivo de popularização dos conhecimentos
neurocientíficos. Coordenada pela Dana Alliance for Brain
Initiatives e a European Dana Alliance
for the Brain, a 18a Semana Internacional que este ano realizar-se-á entre 11 e 17 de Março de 2013.
Como princípio, todas as atividades serão gratuitas e abertas a todo
o público.
Queridos colaboradores, amigos, amigas,
Agradecendo os dias de pensamentos tão inspiradores quanto profundos!
Se alguém tem alguma dúvida dos porquês que nos levaram a tamanho esforço transdisciplinar, eis aqui o depoimento da Quebradeira Denise Kosta:
http://www.universidadedasquebradas.pacc.ufrj.br/ja-imaginou-seus-neuronios-no-hd-eu-imaginei/
Em brevíssimo estaremos disponibilizando nosso acervo precioso de audiovideos do evento.
Obrigada queridos e queridas! Tem mais de Bits e desdobramentos imperdíveis à frente! ;) Maira
Agradecendo os dias de pensamentos tão inspiradores quanto profundos!
Se alguém tem alguma dúvida dos porquês que nos levaram a tamanho esforço transdisciplinar, eis aqui o depoimento da Quebradeira Denise Kosta:
http://www.universidadedasquebradas.pacc.ufrj.br/ja-imaginou-seus-neuronios-no-hd-eu-imaginei/
Em brevíssimo estaremos disponibilizando nosso acervo precioso de audiovideos do evento.
Obrigada queridos e queridas! Tem mais de Bits e desdobramentos imperdíveis à frente! ;) Maira
DIANA DOMINGUES É ARTISTA, PESQUISADORA SÊNIOR DO CNPQ, PROFESSORA
PESQUISADORA NA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA - PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTE E
DIRETORA DO LABORATÓRIO DE PESQUISA EM ARTE E REALIDADE VIRTUAL (LART).
Pioneira da ciberarte no Brasil, criadora e pensadora referencial na combinação das dimensões estética e antropológica da relação arte, ciência e tecnologia, Diana vem explorando com repercussão internacional a expansão sensorial e perceptiva por dispositivos de interação, comportamento evolutivo, imersão em realidade virtual, realidade aumentada e misturada, tecnologias da mobilidade, plataformas sociais em software art, entre outras frentes. É autora e organizadora de livros como Arte, ciência e tecnologia: passado, presente e desafios, 2009, Arte e vida no século XXI: tecnologia, ciência e criatividade, 2003; Criação e interatividade na ciberarte, experimento, 2002; A arte no século XXI: a humanização das tecnologias, 1997. Tem textos publicados no Canadá, França, México, Itália, China, Japão, Estados Unidos, em periódicos como Leonardo e Digital Creativity Journals, livros pelas editoras Harmattan, Presses UQAM,
Presses Laval.
http://brasilia.academia.edu/DianaDomingues/Papers
PESQUISADORA NA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA - PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTE E
DIRETORA DO LABORATÓRIO DE PESQUISA EM ARTE E REALIDADE VIRTUAL (LART).
Pioneira da ciberarte no Brasil, criadora e pensadora referencial na combinação das dimensões estética e antropológica da relação arte, ciência e tecnologia, Diana vem explorando com repercussão internacional a expansão sensorial e perceptiva por dispositivos de interação, comportamento evolutivo, imersão em realidade virtual, realidade aumentada e misturada, tecnologias da mobilidade, plataformas sociais em software art, entre outras frentes. É autora e organizadora de livros como Arte, ciência e tecnologia: passado, presente e desafios, 2009, Arte e vida no século XXI: tecnologia, ciência e criatividade, 2003; Criação e interatividade na ciberarte, experimento, 2002; A arte no século XXI: a humanização das tecnologias, 1997. Tem textos publicados no Canadá, França, México, Itália, China, Japão, Estados Unidos, em periódicos como Leonardo e Digital Creativity Journals, livros pelas editoras Harmattan, Presses UQAM,
Presses Laval.
http://brasilia.academia.edu/DianaDomingues/Papers
PROFESSORA DO CURSO DE COMUNICAÇÃO VISUAL DESIGN E DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES VISUAIS (PPGAV) DA ESCOLA DE BELAS ARTES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. Possui graduação em Desenho Industrial pela ESDI-UERJ (1982), mestrado (2003) e doutorado (2008) em Design pela PUC-Rio. Trabalhou como editora de arte no jornalismo da TV Globo e lecionou em cursos de especialização no SENAI-CETIQT e na PUC-Rio. Tem experiência interdisciplinar nas áreas de Design, Arte e Comunicação como professora, pesquisadora e também como profissional, atuando principalmente nos seguintes campos: design de informação, TV graphics, imagem, animação, construção da visualidade, cultura visual, artes visuais, visualização de dados e novas mídias. É coordenadora do Laboratório da Visualidade e Visualização (LabVis / EBA / UFRJ), onde que desenvolve pesquisa sobre visualidade e visualizações artísticas experimentais a partir de dados sobre o país, dentre outros.
http://labvis.eba.ufrj.br/
http://labvis.eba.ufrj.br/
FERNANDA GENTIL
É ESCRITORA, EDITORA E PESQUISADORA. DOUTORA EM
ESTUDOS DE LITERATURA NA PUC-RIO, MESTRA EM ANTROPOLOGIA SOCIAL NO
MUSEU NACIONAL/UFRJ E FORMADA EM COMUNICAÇÃO SOCIAL PELA ECO/UFRJ.
É autora dos livros Língua de Trapos e Barreado, pela Topbooks, e Vertigens, livro de
suspense inspirado em filme de terror, pela editora Circuito, 2011. Lançou o romance Nós
somos uma correspondência, em 2012, como versão impressa de sua novela online
(www.livronos.com.br), selecionada no edital da Funarte de Produção Cultural para Internet.
Atualmente é pesquisadora do PACC/UFRJ sobre narrativas digitais e diretora da Editora
Circuito. (www.editoracircuito.com.br)
Possui formação interdisciplinar em Bancos de Dados (Tecnóloga em
Processamento de Dados, PUC 1989), Fotografia (Pós Graduação em
Fotografia como instrumento de pesquisa na Ciências Sociais, UCAM
2001), Engenharia (Mestrado COPPE / PEC – Programa de Engenharia
Civil) e Matemática (UFRJ / HCTE – História das Ciências e Técnicas e
Epistemologia), onde atualmente desenvolve pesquisa de Doutorado sobre
os metadados da imagem digital. Sua Tese objetiva expor a técnica
envolvida na captura e exibição da imagem (fotografia/video) pontuando
a maneira como o conhecimento acerca do visual evolui na
contemporaneidade. Participa do grupo interdisciplinar "Anatomia das
Paixôes" e do Coletivo "HightechLowtech". É ativa nas comunidades de
software livre, arduíno, processing, olaboca, entre outras.
Desenvolveu na linguagem Processing 2.0a6 o software "Pixel Espelho"
contemplado na II Mostra Vide Urbe. O programa captura video em tempo
real e processa cada pixel da imagem transformando-o numa forma que
irá variar de tamanho e cor segundo uma regra escolhida. O público
interage com a obra a partir de um "teclado pictórico" onde os
comandos oscilam desde a retratação “crua” da câmera digital até a
desconstrução por completo da captura, transformando-a numa imagem
imprevisível e distante da realidade absorvida.
http://www.flickr.com/photos/ cristinaamazonas/collections/ 72157631571904979/
http://www.youtube.com/ playlist?list= PLcTkU3uyePcXebM0bAtLO0rnLJ6tn 4FjW
Processamento de Dados, PUC 1989), Fotografia (Pós Graduação em
Fotografia como instrumento de pesquisa na Ciências Sociais, UCAM
2001), Engenharia (Mestrado COPPE / PEC – Programa de Engenharia
Civil) e Matemática (UFRJ / HCTE – História das Ciências e Técnicas e
Epistemologia), onde atualmente desenvolve pesquisa de Doutorado sobre
os metadados da imagem digital. Sua Tese objetiva expor a técnica
envolvida na captura e exibição da imagem (fotografia/video) pontuando
a maneira como o conhecimento acerca do visual evolui na
contemporaneidade. Participa do grupo interdisciplinar "Anatomia das
Paixôes" e do Coletivo "HightechLowtech". É ativa nas comunidades de
software livre, arduíno, processing, olaboca, entre outras.
Desenvolveu na linguagem Processing 2.0a6 o software "Pixel Espelho"
contemplado na II Mostra Vide Urbe. O programa captura video em tempo
real e processa cada pixel da imagem transformando-o numa forma que
irá variar de tamanho e cor segundo uma regra escolhida. O público
interage com a obra a partir de um "teclado pictórico" onde os
comandos oscilam desde a retratação “crua” da câmera digital até a
desconstrução por completo da captura, transformando-a numa imagem
imprevisível e distante da realidade absorvida.
http://www.flickr.com/photos/
http://www.youtube.com/
Sou arquiteta-urbanista e atualmente faço pós-doutorado na eco/ufrj com uma pesquisa sobre o espaço e possibilidades de criação através de interfaces interativas. Estes espaços aos quais me refiro podem ser tanto pequenos espaços, dentro de outros, quanto o próprio espaço urbano, que entendo como possível de ser criado coletivamente pela ideia de espaço que é compartilhada ("nanourbanismo").
Meu blog, mesmo ainda em construção, pode mostrar alguns trabalhos. (alinecouri.com)
O último foi o Cabeção: http://alinecouri.wordpress.com/2012/10/20/cabecao-videurbe/
Programa de Pós-Graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital . PUC-SP
Participação especial prevista para os dias 23/11 sex e 24/11 sáb, manhã e tarde.
Vamos lá:
Algumas coisas feitas como artista n-mídia:
http://www.globalstrike.net/ (2004)
https://vimeo.com/38563003 (2007)
www.sergiobasbaum.net (2011)
http://soundcloud.com/sergiobasbaum (1994-2011)
http://vimeo.com/41152429 (2011)
Artigos:
http://www.ufscar.br/rua/site/?p=662
http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/reic/article/viewFile/732/634
http://www.dabliz.com.br/teccogs/artigos/2012/edicao_6/9-
sinestesia_e_percepcao_digital-sergio_basbaum.pdf
Participação especial prevista para os dias 23/11 sex e 24/11 sáb, manhã e tarde.
Vamos lá:
Algumas coisas feitas como artista n-mídia:
http://www.globalstrike.net/ (2004)
https://vimeo.com/38563003 (2007)
www.sergiobasbaum.net (2011)
http://soundcloud.com/sergiobasbaum (1994-2011)
http://vimeo.com/41152429 (2011)
Artigos:
http://www.ufscar.br/rua/site/?p=662
http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/reic/article/viewFile/732/634
http://www.dabliz.com.br/teccogs/artigos/2012/edicao_6/9-
sinestesia_e_percepcao_digital-sergio_basbaum.pdf
Pesquisadora do Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino
Mestranda pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Morfológicas
Participação especial prevista para 24/11, sáb, tarde.
Decodificação cerebral: aspectos gerais
A decodificação cerebral consiste em utilizar dados de ativação cerebral, sejam ondas por eletroencefalografia (EEG) ou sinal de oxigenação por ressonância magnética funcional (fMRI), para decodificar o que o participante está imaginando naquele exato momento. Essa técnica começou com EEG e está crescendo muito com a tecnologia de fMRI e ferramentas de neuroinformática.
Referência Scientific American Brasil sobre a decodificação cerebral de padrões visuais
http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/voce_ve_o_que_eu_vejo__traduzindo_ondas_cerebrais_em_imagens.html
O trabalho do Gallant que não somente decodifica, como reconstrói as imagens visuais decodificadas.
http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/tag/leitura-de-pensamento/
E esse é Gallant falando sobre o próprio trabalho, com vídeos incríveis!! Mas todos em inglês... ainda assim, vale a pena assistir!!
http://newscenter.berkeley.edu/2011/09/22/brain-movies/
A decodificação cerebral começou com estímulos simples (visuais) e agora já está evoluindo para estados cerebrais mais complexos, como emoções.
Decodificação cerebral emocional e neurofeedback
A partir desse reconhecimento de padrões cerebrais, é possível modulá-los voluntariamente. O participante ou paciente recebe sinais de ativação do próprio cérebro no formato de um termômetro ou um círculo distorcido (como no exemplo desse link) e deve utilizar essa informação para modular (aumentando ou diminuindo) a atividade em determinadas regiões cerebrais.
Esse vídeo é lá do IDOR, mostrando a ativação cerebral em tempo real, e o software desenvolvido internamente no IDOR, que classifica as emoções (positiva ou negativa) em tempo real e fornece feedback para o participante (vídeos).
A porcentagem mostrada na tela representa a acurácia de classificação do software para prever em qual estado cerebral (positivo ou negativo) o sujeito se encontra. Como podemos ver, temos uma acurácia bem alta para distinguir esses estados quando nos baseamos somente em ativação cerebral.
Estimulação cerebral profunda
A estimulação cerebral profunda ou DBS (deep brain stimulation) consiste em implantar um chip cerebral, capaz de estimular ou inibir a atividade em determinadas regiões do cérebro. Ele funciona com uma bateria que fica implantada no peitoral do paciente e pode ser ligado e desligado través de um controle remoto. A troca das baterias ocorre aproximadamente depois de oito anos. Inicialmente, esse procedimento foi desenvolvido para tratamento de pacientes com parkinson, mas agora já está sendo aplicada em pacientes com depressão. E o futuro... quem sabe?
Esquema geral de como funciona
Esse é um vídeo completo sobre DBS, mas é todo em inglês.
Mestranda pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Morfológicas
Participação especial prevista para 24/11, sáb, tarde.
Decodificação cerebral: aspectos gerais
A decodificação cerebral consiste em utilizar dados de ativação cerebral, sejam ondas por eletroencefalografia (EEG) ou sinal de oxigenação por ressonância magnética funcional (fMRI), para decodificar o que o participante está imaginando naquele exato momento. Essa técnica começou com EEG e está crescendo muito com a tecnologia de fMRI e ferramentas de neuroinformática.
Referência Scientific American Brasil sobre a decodificação cerebral de padrões visuais
http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/voce_ve_o_que_eu_vejo__traduzindo_ondas_cerebrais_em_imagens.html
O trabalho do Gallant que não somente decodifica, como reconstrói as imagens visuais decodificadas.
http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/tag/leitura-de-pensamento/
E esse é Gallant falando sobre o próprio trabalho, com vídeos incríveis!! Mas todos em inglês... ainda assim, vale a pena assistir!!
http://newscenter.berkeley.edu/2011/09/22/brain-movies/
A decodificação cerebral começou com estímulos simples (visuais) e agora já está evoluindo para estados cerebrais mais complexos, como emoções.
Decodificação cerebral emocional e neurofeedback
A partir desse reconhecimento de padrões cerebrais, é possível modulá-los voluntariamente. O participante ou paciente recebe sinais de ativação do próprio cérebro no formato de um termômetro ou um círculo distorcido (como no exemplo desse link) e deve utilizar essa informação para modular (aumentando ou diminuindo) a atividade em determinadas regiões cerebrais.
Esse vídeo é lá do IDOR, mostrando a ativação cerebral em tempo real, e o software desenvolvido internamente no IDOR, que classifica as emoções (positiva ou negativa) em tempo real e fornece feedback para o participante (vídeos).
A porcentagem mostrada na tela representa a acurácia de classificação do software para prever em qual estado cerebral (positivo ou negativo) o sujeito se encontra. Como podemos ver, temos uma acurácia bem alta para distinguir esses estados quando nos baseamos somente em ativação cerebral.
Exemplo prático de DBS (deep brain stimulation) em um paciente com parkinson (esse foi o único vídeo que encontrei em português, mas tem diversos outros em inglês, se puder também)









